Estudos sobre Ozonoterapia

 

Azeite Ozonado Antifúngico

Oxigenação venosa na cirrose hepática

Adjuvante Hiperbárica Oxigenação e ozonoterapia no tratamento de úlceras crónicas de pernas e pés (estudo clínico piloto)

Efeitos do óleo ozonizado na Conjuntivite Hemorrágica Epidémica

Efeito da terapia de ozono sobre o estado redox na artrite induzida experimentalmente

Auto-Hemoterapia tratamento em Lesões de pele

Doença degenerativa da coluna vertebral (Esclerose múltiplas, Artrose)

Beneficios da auto-hemoterapia

Pioderma gangrenosa

Hernia discal

Benefícios da Ozonoterapia no tratamento da Celulite

Ozonoterapia no tratamento da coluna vertebral

Tratamento de Feridas com a Terapia de ozono

Tratamento Cancro (Adenocarcinoma) de próstata com Ozonoterapia

Síndroma de Sjogren

Toxicidade de células humanas: Tratamento com Ozono

Ozonoterapia

O que é o ozono?

O gás Ozono (O3), usado na Ozonoterapia, é um elemento gasoso que consiste numa molécula com 3 átomos de oxigénio. O seu funcionamento básico consiste em proteger a superfície terrestre de efeitos prejudiciais de radiação UV.

O Ozono para fins terapêuticos  é facilmente absorvido pelo corpo humano, a molécula extra de oxigénio separa-se deixando apenas o O2. Desta forma permite elevados processos de oxigenação e oxidação, ajuda as células do ser humano. Faz ainda com que as doenças causadas por vírus, bactérias, fungos ou parasitas regridam. No uso médico combina-se o Oxigénio e o Ozono denominado Ozono Médico em que o Ozono se encontra presente em concentrações (1 a 80 microgramas/mililitro) 30 vezes inferiores com o respectivo uso industrial.

O ozono em concentrações superiores a 2 microgramas / litro são tóxicas por via inalatória, sendo proibida a sua administração por pela mesma.A ausência de efetividade sistémica das concentrações menores que esta cifra e o elevado risco de complicações levou à proibição da sua utilização por via inalatória. Por este motivo, o Ozono Médico não é considerado como Gás Medicinal.

As concentrações superiores a 100 microgramas/ml são tóxicas por via parenteral, aumentando as possíveis complicações. Os diferentes tecidos têm um nível máximo de toxicidade que depende das propriedades antioxidantes dos mesmos.

Em concentrações ideais de Ozono Médico, demonstrou-se ausência de efeitos teratogénicos e cancerígenos em animais de experimentação e em pacientes humanos voluntários. Igualmente verificou-se ausência de complicações em diversos estudos clínicos à excepção dos referenciados com má prática clínica médica.  Daí a importância de seguimento de protocolos clínicos terapêuticos adequados, nomeadamente os constantes na Declaração de Madrid.

Propriedades do ozono

  • Analgésicas – ao aplicar o gás no local da dor vai neutralizar os mediadores de sensações dolorosas.
  • Anti-inflamatórias – O ozono tem um efeito anti-inflamatório direto, sem o efeito secundário dos corticóides.
  • Anti-oxidantes e Anti-radicais livres – o ozono é o único meio conhecido atualmente que tem a capacidade de estimular todas as enzimas anti-oxidantes encarregues da eliminação de radicais livres.
  • Germicida –  elimina e inativa todo o tipo de micro-organismos patogénicos tais como fungos, bactérias e vírus.
  • Imuno-modelador – o ozono estimula o sistema imunitário em doentes com imunosupressão ou doentes auto-imunes.
  • Revitalizante – O ozono tem capacidade de promover a recuperação funcional de numerosos pacientes afetados por patologias degenerativas.
  • Oxidantes e regenerador – o ozono aumenta a capacidade do sangue para absorver e transportar oxigénio melhorando a função circulatória e celular e promovendo a regeneração dos tecidos.
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